Espectros de terror...
em lúgubres horas de devaneio,
inútil.
Nítido transe,
dos sonos pausados,
de uma manhã principiada
ao cantar do galo.
Sonhos rápidos,
desconexos.
Baila em meu crânio
os recônditos
da atribulada alma,
perplexa.
Um refrigério à vida,
na pia do
sanitário.
A febre se arrefece...